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Qual a participação das mulheres na força de trabalho?

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Descrição

Um leitor pediu ao Mono para fazer uma comparação entre a participação feminina no trabalho no Brasil frente a outros outros países. Como o país se encaixa.

Ora, há dados sobre participação por gênero na composição da força de trabalho, mas, à medida que me aprofundava na metodologia, comecei a perceber que esses dados são difíceis de comparar entre países. Segundo o Banco Mundial, questões demográficas, sociais e legais ditam o potencial de participação feminina na indústria e nos serviços.

Uma anedota para a dificuldade de comparação: em um país com mais mulheres do que homens, mas onde as mulheres têm menos direitos, é possível que homens sejam a maior parte da força de trabalho, enquanto as mulheres trabalham em casa (o que não conta como força de trabalho, segundo o Banco Mudial).

De toda forma, quis apresentar uma comparação de algum jeito. A melhor forma que eu encontrei foi comparar o Brasil com a média de continentes no hemisfério ocidental, dada proximidade sócio-religiosa, e também com a média mundial.

Além disso, em vez de fazer por ano, procurei fazer por década, que mostra de maneira mais simplificada o avanço nesta área, sem as nuances do ano-a-ano.

A definição da OIT para força de trabalho é a disposição de mão de obra para produção de bens e serviços em uma economia, baseando-se em pessoas empregadas e pessoas desempregadas que estão procurando emprego, assim como aqueles que buscam seu primeiro trabalho. Diz o Banco Mundial: “Nem todos que trabalham estão inclusos. Trabalhadores não remunerados, familiares (domésticos) e estudantes são omitidos, assim como membros das forças armadas de alguns países.”

Referências